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Categoria: Conteúdos publicados na edição em papel da revista Aula Magna 06

Aula Magna 06

No número 06 da revista Aula Magna é destaque:
– Telma Monteiro: Um passo de judo, outro de estudo
– vamos ter rankings no ensino superior?

E ainda: bandas estudantis, tunas, festas

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Declarações de Rui Carvalho sobre os rankings do ensino superior

Somos a favor da produção de conhecimento, independentemente da repercussão económica imediata. É essa a tradição europeia. Mas, desde 2005 que, em Portugal, assistimos a uma enorme pressão do governo no sentido de privilegiar as áreas científica e tecnológica, o que se pode verificar, por exemplo, nos concursos de bolsas de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

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Declarações de Bruno Carapinha sobre os rankings do ensino superior

Já fui a favor de abolir todos os rankings. Agora, acho que deve haver muitos, para se perceber que há projectos educativos distintos, mas não piores ou melhores. Só que tudo o que vem da Comissão Europeia tem um peso tremendo. Vemos isso quando os políticos nacionais esgrimem números europeus como se fossem verdades absolutas. O peso de um ranking pago, feio e anunciado pela Comissão será brutal.

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Declarações de José Fernando Mendes sobre os rankings do ensino superior

Parece-me importante que haja um ranking europeu, não há que ter medo. Penso que todas as universidades do país desempenham um papel importante em certas áreas. Não estou a ver o governo a favorecer umas em detrimento de outras. Nós já fazemos auto-avaliação há muito tempo, e isso vai dar-nos mais dados.

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Todos os caminhos vão dar à Praça do Peixe

A noite em Aveiro desagua, invariavelmente, na Praça do Peixe. É aqui que estudantes e não só encontram a maior concentração de bares. E Bruno Rosa também. Uma noite típica pode começar no Café Convívio, no Bairro do Liceu, caminhar para a dita praça e terminar no Club 8 ou no Bar do Estudante, no campus universitário. Na Praça do Peixe, o estudante da Universidade de Aveiro destaca, entre outros, o KGB, pelos shots, e o Golfinho, que tem «os melhores traçadinhos de Aveiro».

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Festas, só as da FSCH!

Alto. «Primeiro andamos por ali, tomamos uns copos em alguns bares. Depois, podemos rumar ao Incógnito ou ao Lux», revela. No entanto, Francisco Belard – protagonista de Guerra Civil, considerada a melhor longa-metragem portuguesa no festival IndieLisboa 2010 – abre uma excepção para as festas da sua faculdade, a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que têm como cenário a cantina da própria instituição. Porquê? «Têm um tema musical, bom ambiente e bebidas muito baratas. Lembro-me de ir à festa de Halloween e a algumas dedicadas a décadas específicas».

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Baldadas em Tomar

Liliana Quadrado residia em Lisboa, mas o gosto pela Fotografia levou-a até ao Instituto Politécnico de Tomar. Agora, a vida nocturna é repartida entre as duas cidades. Centremo-nos aí: «Tomar é uma cidade pequena, que só tem um politécnico, mas a vida académica é bastante intensa e partilhada com a população». A estudante apresenta a «baldada», em Abril, como melhor exemplo: os alunos percorrem o caminho entre a instituição e a praça principal ao mesmo tempo que «trocam» baldes de água – e os tomarenses estão igualmente convidados a entrar na brincadeira.

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Entrevista com Telma Monteiro: Um passo de judo, outro de estudo

É uma das nossas melhores atletas e prova-o em cada competição, mesmo quando não ganha medalhas. Dá sempre tudo pelas cores nacionais e pelas do seu clube, o Benfica, com o profissionalismo próprio da alta competição. Só não sabíamos que faz o mesmo nas aulas e trabalhos da licenciatura em Educação Física e Desporto. Convidámos Telma Monteiro, 24 anos, para um duelo verbal. E fomos ao tapete.

Nem no ginásio, nem na universidade. Foi na Costa de Caparica, em Almada, mais precisamente na praia da Rainha, que a encontramos. A agenda apertada ditou o inesperado local para a entrevista. E também um aspecto curioso. A par de todas as cadeiras teóricas do curso de Educação Física e Desporto, da Universidade Lusófona de Lisboa, Telma Monteiro tem várias disciplinas práticas. Uma delas é… Surf. Isso mesmo: Surf. À sua espera já está o prof.

Pode um ranking mudar o ensino superior europeu?

Face ao domínio das universidades dos Estados Unidos nos principais rankings mundiais de prestígio, a Europa decidiu reagir. Em 2011, vai surgir uma nova classificação, cuja iniciativa partiu da Comissão Europeia. No entanto, o processo não é pacífico e os críticos mais ferozes consideram que ela pode alterar para sempre a matriz do ensino superior no Velho Continente e trazer consequências nefastas para Portugal

O mundo é cada vez mais global e as instituições de ensino superior não fogem à regra. Nos últimos anos, o número de jovens que escolhe uma universidade estrangeira para prosseguir os estudos tem aumentado de uma forma exponencial, de tal forma que já se pode falar num mercado internacional de estudantes. As mentes mais brilhantes acabam por escolher o seu destino com base em marcas de prestígio, e é aqui que entram em cena os rankings, que servem de orientação a muitos candidatos.

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