Professores do ensino básico e secundário em luta contra medidas do ME (Ministério da Educação).
António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa, explica à Sic Notícias o recente alerta do senado da sua universidade sobre os cortes orçamentais do ensino superior. Com o estrangulamento financeiro e uma carreira académica obsoleta, o desenvolvimento e a qualidade das universidades estarão em causa, avisa. Vídeo no sítio da Universidade de Évora.
A Fenprof apelou ontem, 4 de Março, à participação dos docentes do ensino superior na manifestação de professores que terá lugar no sábado, 8 de Março, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. O sindicato acusa o Governo de provocar uma acentuada recessão no ensino superior público.
Daniel Luís, docente da Universidade do Minho, foi obrigado a encerrar o seu blog e a não participar em eventos ligados ao humor. Segundo o professor, o Departamento de Sociologia da Educação acha que estão em causa a sua imagem pessoal e a da universidade. O ComUM entrevista, o Liberdade na UMinho resume e Manuel António Pina comenta no Jornal de Notícias.
As universidades portuguesas podem estar a caminho de fortes reduções do corpo docente. Dificuldades financeiras e a reforma da carreira docente não deixarão às instituições muita margem de manobra. O Diário de Notícias descreve o cenário.
O presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior, Paulo Peixoto diz, em entrevista ao Jornal de Negócios, que a recente crise financeira das universidades se deve a anos de cortes orçamentais.
A Universidade do Minho fez os seus cálculos para 2008: 70% dos encargos com o subsídio de Natal não poderão ser garantidos. A principal causa é a subida de 7,5% para 11% da contribuição para a Caixa Geral de Aposentações (despesa que não existia até 2006), sem qualquer compensação do orçamento do estado. Notícia do Correio do Minho.
São 9.500 (num total nacional de 25 mil) os docentes que poderiam ser afastados do ensino superior devido a dificuldades financeiras das instituições. O aviso aplica-se em especial às quatro universidades em dificuldades financeiras (Açores, Algarve, Évora e Trás-os-Montes). Notícia do Jornal de Negócios.
O governo está a perguntar às universidades que professores e funcionários estariam mais dispostos a aceitar o regime de mobilidade especial. A Fenprof teme que os professores dos institutos politécnicos com vínculo precário sejam substituídos por professores em mobilidade especial. Notícia do Jornal de Notícias.
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