João Pedro Barros

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Blog de João Pedro Barros (conteúdos editoriais)

Declarações de Rui Carvalho sobre os rankings do ensino superior

Somos a favor da produção de conhecimento, independentemente da repercussão económica imediata. É essa a tradição europeia. Mas, desde 2005 que, em Portugal, assistimos a uma enorme pressão do governo no sentido de privilegiar as áreas científica e tecnológica, o que se pode verificar, por exemplo, nos concursos de bolsas de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

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Declarações de Bruno Carapinha sobre os rankings do ensino superior

Já fui a favor de abolir todos os rankings. Agora, acho que deve haver muitos, para se perceber que há projectos educativos distintos, mas não piores ou melhores. Só que tudo o que vem da Comissão Europeia tem um peso tremendo. Vemos isso quando os políticos nacionais esgrimem números europeus como se fossem verdades absolutas. O peso de um ranking pago, feio e anunciado pela Comissão será brutal.

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Declarações de José Fernando Mendes sobre os rankings do ensino superior

Parece-me importante que haja um ranking europeu, não há que ter medo. Penso que todas as universidades do país desempenham um papel importante em certas áreas. Não estou a ver o governo a favorecer umas em detrimento de outras. Nós já fazemos auto-avaliação há muito tempo, e isso vai dar-nos mais dados.

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Pode um ranking mudar o ensino superior europeu?

Face ao domínio das universidades dos Estados Unidos nos principais rankings mundiais de prestígio, a Europa decidiu reagir. Em 2011, vai surgir uma nova classificação, cuja iniciativa partiu da Comissão Europeia. No entanto, o processo não é pacífico e os críticos mais ferozes consideram que ela pode alterar para sempre a matriz do ensino superior no Velho Continente e trazer consequências nefastas para Portugal

O mundo é cada vez mais global e as instituições de ensino superior não fogem à regra. Nos últimos anos, o número de jovens que escolhe uma universidade estrangeira para prosseguir os estudos tem aumentado de uma forma exponencial, de tal forma que já se pode falar num mercado internacional de estudantes. As mentes mais brilhantes acabam por escolher o seu destino com base em marcas de prestígio, e é aqui que entram em cena os rankings, que servem de orientação a muitos candidatos.

Pedro Borges

É Mestre do Salgado da academia de Aveiro

Américo Martins

É dux veteranorum da academia do Porto

Ricardo Coelho

É membro do movimento anti-praxe Antípodas

Suavizar para sobreviver (praxes)

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O ministro Mariano Gago avisou as instituições de ensino superior de que podem ser responsabilizadas por eventuais abusos, e os tribunais já o começaram a fazer. A praxe continua a cumprir-se, mas mesmo nas academias mais conservadoras há «brincadeiras» que já não se usam

João Dias: Foram momentos divertidos que ajudaram a construir as bases que hoje tenho na universidadeJoão Dias: Foram momentos divertidos que ajudaram a construir as bases que hoje tenho na universidadeO nome de Ana Damião já faz parte da história da praxe académica em Portugal. Em 2006, a estudante avançou com um pedido de indemnização ao Instituto Piaget, depois do Ministério Público ter arquivado um processo-crime contra alegados autores de actos «humilhantes» na praxe de 2002, em Macedo de Cavaleiros.

Declarações de Pedro Borges sobre as praxes (Fevereiro de 2009)

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Pedro Borges

A praxe em Aveiro é algo diferente do panorama nacional. Desde 1996, distanciámo-nos do que se faz nas outras universidades, e apoiamo-nos mais na integração do que nas hierarquias tradicionais. Ninguém fica por cima de ninguém, a praxe não serve para isso.

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Declarações de Ricardo Coelho sobre as praxes (Fevereiro de 2009)

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Ricardo Coelho

Comecei a licenciatura em 1999, e então a situação era diferente. Os acontecimentos que resultaram em condenação dos praxistas foram fundamentais para acender o rastilho e lançar o debate. Os alunos começam a ver o que é a praxe e percebem que os casos de abuso não são uma excepção e podem passar-se em qualquer lado.

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