Há gente deste calibre que não sabe o mal que me faz.
A toda a hora sou abalroada,
logo eu que fugi a esses pensamentos piegas e retrógrados
quase ao desbarato roubados,
à minha serena e paciente figura,
que aparentando uma ausência desmesurada
lhes deve parecer uma cançoneta feliz.
Deixem-me em paz…
Não fomentem a minha loucura
a sorrir sempre que me falam
da minha terra quase campeã!
Mas que mal lhes terei feito eu?
Para merecer tal desmesura…
Ai as tíbias… (esse bolo a transbordar de creme e manteiga)
diz-me uma, todos os natais e Páscoas…
não