Improvisar até compor
Jorge Barroso, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Música do Instituto Politécnico de Lisboa
Não tem sido fácil encontrar o tom certo para as festas da Escola Superior de Música. Há muita matéria-prima. Uns quantos instrumentos que, em conjunto, poderiam criar uma sinfonia electrizante e prolongar as noites por vários andamentos. Só falta mesmo, como explica Jorge Barroso, trompetista de vocação, o espírito académico, que tem andado fora da pauta. É verdade que as várias licenciaturas têm tido aulas em espaços separados, o que não ajuda nada, e que a disponibilidade dos estudantes é reduzida, pois muitos já trabalham. Mas vontade não falta. Para este início de ano lectivo, estão previstas muitas actividades de recepção aos novos alunos. Um jantar do caloiro na primeira semana de Outubro e festas à cadência do compasso escolar. A ideia é organizar também alguns concertos, nomeadamente de jazz. No fundo, improvisar até se conseguir compor a partitura perfeita: aliar música e diversão.




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