Mais uma vez

Mais uma vez esta febre que desenrola pelo corpo em saltos ledos. Sussurra e as sombras escapam por entre os dedos, agridoces segredos escrivãs de uma carta que não chega.

Mais uma vez, uma outra e uma quarta. É Quarta-Feira, e aproxima-se rasteira uma quinta que não sossega. E ele sabe que o nega pois lembra-lhe a tal Alameda.

Mais uma vez e agora com força. Por esta ou por outra, algum dia se há-de parar.

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