As melhores festas

"The Ramblers e Mr Fresh conquistam Palco Super Interessante da Queima das Fitas"

The Ramblers conquistam Palco Super Interessante da Queima das Fitas de CoimbraThe Ramblers conquistam Palco Super Interessante da Queima das Fitas de Coimbra

«A primeira noite do Palco Super Interessante foi marcada acima de tudo pelas atuações da banda The Ramblers e pelo DJ set de Mr Fresh, os quais levaram o público ao rubro»

«The Ramblers e Mr Fresh destacaram-se, na primeira noite do Palco Super Interessante, sobretudo pela sonoridade inovadora que trouxeram à Queima, referem alguns membros do público. DJ Monsieur Jean Lemure e a Imperial TAFFUC foram os outros dois nomes que não conseguiram encher a plateia.

Baldadas em Tomar

Liliana Quadrado residia em Lisboa, mas o gosto pela Fotografia levou-a até ao Instituto Politécnico de Tomar. Agora, a vida nocturna é repartida entre as duas cidades. Centremo-nos aí: «Tomar é uma cidade pequena, que só tem um politécnico, mas a vida académica é bastante intensa e partilhada com a população». A estudante apresenta a «baldada», em Abril, como melhor exemplo: os alunos percorrem o caminho entre a instituição e a praça principal ao mesmo tempo que «trocam» baldes de água – e os tomarenses estão igualmente convidados a entrar na brincadeira.

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Festas, só as da FSCH!

Alto. «Primeiro andamos por ali, tomamos uns copos em alguns bares. Depois, podemos rumar ao Incógnito ou ao Lux», revela. No entanto, Francisco Belard – protagonista de Guerra Civil, considerada a melhor longa-metragem portuguesa no festival IndieLisboa 2010 – abre uma excepção para as festas da sua faculdade, a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que têm como cenário a cantina da própria instituição. Porquê? «Têm um tema musical, bom ambiente e bebidas muito baratas. Lembro-me de ir à festa de Halloween e a algumas dedicadas a décadas específicas».

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Todos os caminhos vão dar à Praça do Peixe

A noite em Aveiro desagua, invariavelmente, na Praça do Peixe. É aqui que estudantes e não só encontram a maior concentração de bares. E Bruno Rosa também. Uma noite típica pode começar no Café Convívio, no Bairro do Liceu, caminhar para a dita praça e terminar no Club 8 ou no Bar do Estudante, no campus universitário. Na Praça do Peixe, o estudante da Universidade de Aveiro destaca, entre outros, o KGB, pelos shots, e o Golfinho, que tem «os melhores traçadinhos de Aveiro».

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Arraial com contratempo

A recente festa que a nossa Associação de Estudantes (Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa e Instituto de Educação da Universidade de Lisboa) promoveu, em conjunto com a Associação Académica de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa (AAMDL), com a temática Arraial do Caloiro 2010, nos dias 22 e 23 de Setembro, continua a merecer destaque.

No dia em que a selecção musical fazia adivinhar uma maior participação dos estudantes pela noite dentro, houve um contratempo bastante grande.

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No mapa das amizades

Arraiais e Galas. Eis a fórmula de sucesso que anima a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Cada uma realiza-se duas vezes por ano, no Outono e na Primavera, e já têm fama suficiente para arrastar quase três mil pessoas, adianta Diogo Almeida, da direcção da Associação Académica. «São festas que toda a gente conhece». Nas discotecas Kubo, Kapital ou BBC, são sempre «bem frequentadas» e a música nunca é deixada ao acaso.

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Na cúpula da universidade

Vai ser uma festa, no mínimo, vistosa. No pátio exterior da Universidade Autónoma de Lisboa vai ser montada uma tenda gigante. Mas as bases não vão ser fixadas no chão, mas no tecto. O efeito será impressionante, assemelhando-se a uma gigantesca cúpula. Lá por baixo, pelo chão, a animação será a do costume, assegura Nuno Nabais. «São das melhores festas que se encontra na cidade», diz o presidente da Associação Académica.

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Arraiais para um novo espírito

Talvez lhe falte alguma história. Comparando com outras, a Universidade do Algarve ainda nem se aproxima da crise da meia-idade. Só tem 30 anos. Mas a falta de um estatuto centenário tem vindo a ser compensada com um crescente espírito estudantil, garante Elma Conceição, da direcção geral da Associação Académica. Os melhores exemplos disso são os Arraiais que ao longo do ano juntam toda a comunidade. São festas, organizadas no Anfiteatro Aberto do Pólo Penha, que têm sempre um tema ou uma especificidade.

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Animação em tracção total

Já tem as malas prontas e os olhos postos no futuro. Joana Santos vai para Lodz, na Polónia, em Eramus, frequentar a Faculdade de Economia e tirar algumas cadeiras para reforçar a sua formação em Gestão do Lazer e Turismo de Negócios. As expectativas são altas, mas provavelmente será difícil encontrar lá fora um ambiente nocturno tão animado como o que teve cá dentro. Em Peniche, as festas são constantes.

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Joana Santos, antiga presidente da Associação Estudantes da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria

Nem fama, nem proveito. No ISCTE é que é

Tânia Elias confirma: «As melhor festas são as do ISCTE». Não se trata, garante, de fama sem proveito, nem de fundamentalismos de quem defende a faculdade onde estuda. É o «espírito» e o «ambiente» que as envolve que faz a diferença. Também não se pode dizer que a música seja a melhor, ou que o bar seja o mais barato. Apenas que um conjunto de factores, como o espaço, a boa disposição dos estudantes da casa e o estatuto que atingiu nos últimos tempos, transformam cada festa numa noite inesquecível.

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Tânia Elias, estudante do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE)

Improvisar até compor

Não tem sido fácil encontrar o tom certo para as festas da Escola Superior de Música. Há muita matéria-prima. Uns quantos instrumentos que, em conjunto, poderiam criar uma sinfonia electrizante e prolongar as noites por vários andamentos. Só falta mesmo, como explica Jorge Barroso, trompetista de vocação, o espírito académico, que tem andado fora da pauta.

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Jorge Barroso, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Música do Instituto Politécnico de Lisboa

Viva o Norte

A norte é que é. Em Lisboa, a vida académica é quase inexistente. Para quem no secundário já ia a festas universitárias, é uma grande desilusão. Inês sente falta da regularidade, da boa divulgação e da organização. Até já aconteceu marcarem uma festa da sua faculdade para a semana de frequências. Sempre que pode, por isso, ruma país acima, para Coimbra, Aveiro e Porto. Aí a escolha é variada, sobretudo no início e no fim dos anos lectivos. Recepção ao caloiro, latadas, queimas, enterros, Inês não perde uma.

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Inês Ribeiro, estudante do IADE

Arraial de GTH da Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar de Peniche

No passado dia 31 de Março

É uma roda-viva, esta da organização de festas na ESTM – Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar de Peniche. E desta vez, nesta rodada, coube ao núcleo de Gestão Turística e Hoteleira a organizar. Composto por caloiros e veteranos, muitas cabeças do núcleo pensaram no que estaria à altura do curso e à altura de satisfazer a comunidade académica do campus 4 do Instituto Politécnico de Leiria.

Na garagem de arquitectura

O local não é dos mais ortodoxos, mas o ambiente, garante Pedro Freire, estudante de Design de Comunicação na F-Belas Artes da U-Lisboa, é o indicado para uma festa académica. Na garagem da F-Arquitectura da U-Técnica de Lisboa, no pólo da Ajuda, tudo se combina para uma noite que começa bem cedo. Pela tarde, já está tudo preparado. Às vezes, quando o tempo ajuda, a associação que organiza a festa coloca uma esplanada à entrada, com comes e bebes. Depois, é música variada e bebidas a rigor.

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Pedro Freire, estudante da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

Noites de Belas Artes

Soaram aleluias quando o Conselho Directivo da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa voltou atrás na decisão de suspender as festas dentro do edifício. É que não há festa como esta, garante André Martins. «Como a faculdade fica num antigo convento, é um espaço diferente, que fica espectacular com o jogo de luzes e com a amplificação natural do som», descreve. Num das últimas festas, que decorreu nos corredores, até houve vídeo projectado no tecto.

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André Martins, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

As noites do GANK

Às quartas-feiras, de 15 em 15 dias. O ritual repete-se na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT UNL). Carlos João e Carolina Costa marcam presença sempre que podem. Muita música, bar aberto ou prolongadas happy hours, com cerveja a preços reduzidos, e temas sempre diferentes. São as «famosas» noites académicas organizadas pelo Grupo Académico Nús Koppus, mais conhecido por GANK.

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Carlos João e Carolina Costa, membros da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa

FEP Street e Baconal

Não perde uma. Por mais festas que tenha no currículo, nada se compara à FEP Street, que todos os anos anima a semana de recepção ao caloiro da Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (UP). «Com a fama que tem, é uma festa que chama muita gente, tem boa música e um óptimo ambiente», assegura Mário Lourenço. É o ponto alto de três dias de diversão, que inclui ainda jogos populares, actividades culturais e desportivas.

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Mário Lourenço, Presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Instituto Politécnico do Porto