Tudo começou com uma tertúlia, a Real Tertúlia Infantina, composta por membros da Universidade do Algarve. O gosto pela música e o desejo de fundarem uma tuna era grande. Contudo, para passarem ao passo lógico seguinte, havia que reunir esforços. A ajuda chegou da, já extinta, Tuna Académica Masculina do ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada), a tuna irmã. Mais tarde, em 2003, foram apadrinhados pela emblemática Vicentuna, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com a qual já tinham estabelecido uma forte ligação desde 2000. A tertúlia evolui e ganha o nome de Real Tuna Infantina: num tributo ao Algarve e, em particular, ao Infante D. Henrique. Uma verdadeira tuna tem de ter um festival e a Real Tuna Infantina não é excepção: criou um festival de tunas mistas, anual, a realizar-se no auditório grande do Campus de Gambelas. O espectáculo procura ter, todos os anos, um cariz solidário: todos os lucros são doados a uma instituição, escolhida pelo grupo. Desta forma, a tuna tem a oportunidade de se ligar à comunidade e prestar um serviço para o bem de todos. No que diz respeito às inspirações musicais, é incontornável a grande ajuda, quer da Vicentuna, quer da Estudantina de Lisboa. A música portuguesa também está sempre presente: nomes como Fausto, Sérgio Godinho ou Fernando Tordo são uma referência.
No meio de tudo isto, a Real Tuna Infantina ainda tem outro grande objectivo, este talvez o mais significativo. Aos recém-chegados, a tuna promete proporcionar-lhes um processo evolutivo, a vários níveis, que os preparará, não só enquanto membros da tuna, mas também enquanto pessoas.
Data de criação da tuna:
Segunda, 15 Maio, 1995
Membros da tuna:
Bernardo Salvado (magister tunis)